segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Os meus amigos A's.




Os meus amigos A's. são pessoas diferentes.


Um em particular é diferente porque quer mudar o mundo. Acredita que com bondade, frontalidade e companheirismo conseguirá realizar as tarefas da vida.


Tal como eu, acredita no amor e numa cabana.


Esse meu amigo A. não quer saber de si. Preocupa-se demais com os outros e de menos com o que os outros pensam dele.


Alguns dizem que é nervoso e stressado. Outros que é mimado e falso. Pois, provavelmente sim... ou talvez não!


Para mim é um puro, sem ser cubano. Utópico, sem ser comunista. No fundo um dos nossos sem nunca o ter sido.


Quem leia está descrição poderá chamar-lhe estúpido ou no mínimo burro. Certamente que nos tempos que vivemos seria apelidado dessa forma.


Mas para mim não.


Este meu amigo A. será sempre A. e nunca passará a B ou a C.


Porque a amizade é amor que nunca acaba.


O Obama ganhou e?

"Contentamento generalizado", "momento histórico", "o mundo começou a mudar" são expressões que li um pouco por todos os (poucos) jornais e revistas que consumo.

"Um negro como presidente dos EUA mostra a evolução do povo americano" também referiram vários comentadores.

Pois, eu sou um pouco céptico em relação a tudo isto e já não acredito em milagres e mudanças radicais.

Mas será que o "povo americano" evoluiu nos últimos anos? Será o facto de ter eleito e reeleito o senhor W. os fez evoluir? Terá sido a vergonha de terem um presidente que pensava que o Atlântico era um país europeu?

Eu sinceramente acho que deve ter sido um pouco disto tudo, e claro que o facto da Sra. P. ser o Sr. W. de mini saia também deve ter ajudado.

Mas e agora?

Vai o Obama mudar o mundo? Vai pelo menos mudar os EUA?

Não quero ser do contra, mas duvido.

domingo, 2 de novembro de 2008

Mãe, há só uma.

"Mãe, há só uma."

Respondia aquele filho.

No espírito da frase encontrava algumas das duvidas e das certezas que afligem a humanidade desde sempre.

Claro que cada ser da raça humana apenas tinha uma mãe biológica. Os adversários de Deus que são os cientistas ainda não inventaram a solução para alguém ter duas. Mas esta é apenas a analise matemática da frase.

Existem inúmeras outras interpretações mais ou menos filosóficas, mais ou menos estudadas ou mais ou menos religiosas que o levavam naquele momento a repensar naquilo que tinha acabado de dizer.

Aquele filho, considerava-se tão bom ou tão mau como outro qualquer. Nunca procurou ser excepcionalmente diferente ou com rasgos de genialidade que o diferissem dos restantes.

Teria chegado naquele momento a certeza que apenas tinha uma mãe e que era aquela a quem respondia?

Certamente que sim.

Mas também podia apenas estar a responder ao numero de cervejas frescas que existiam no frigorífico?

Pois, claro... e lá vai toda a profundidade da frase e desta cronica.

No fundo, a importância dos momentos são dados por cada um.

sábado, 1 de novembro de 2008

Parece que foi ontem...

Não!

Parece que foi hoje!

Aliás, parece que está sempre a ser.

Deve ser isto uma definição de amor e de saudade.

Ama-se alguém de quem se espera que nunca partisse e que está sempre presente.

domingo, 12 de outubro de 2008

A crise chegou

A crise chegou. Ou será que nunca se foi embora?



O mundo anda preocupado pois parece que já não há crédito para comprar plasmas, maquinas de café e outros sub-produtos da civilização ocidental extremamente úteis e eternamente inacabados.



Claro que ando preocupado com a crise. Um destes dias ainda aparece por aí um daqueles aparelhos que eu sempre quis ter e que vai mudar a minha vida para sempre e durmo muito mais descansado sabendo que ainda existem empresas que por apenas 2500000% de juros financiam essa necessidade.

Preocupam-me aqueles que serão os mais afectados com o crise. Claro que falo dos que tudo têm. Sim, tu que estás a ler isto serás certamente afectado. Os outros, aqueles que não têm capacidade para ler isto, já estão habituados.

Um destes dias ainda temos um ministro com um part time à noite a vender bilhetes de cinema ou algum administrador de um banco a transportar baldes de massa nas obras. Pois, deve ser verdade!

Por mim, Viva o capital, viva os hamburgers e a coca cola...

Messias, Deus, chefes supremos,

Nada esperemos de nenhum!

Sejamos nós quem conquistemos

A Terra-Mãe livre e comum!

Para não ter protestos vãos,

Para sair deste antro estreito,

Façamos nós por nossas mãos,

Tudo o que a nós diz respeito!

Diesel XXX

Um anuncio muito à frente

http://www.youtube.com/watch?v=5iRlVu57SUI

Só para mentes abertas e pouco susceptiveis.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Respeito

O respeito pelo outro deve ser sempre mantido. Sempre e principalmente quando o outro não quer que se mantenha!

De facto o tempo faz nos perceber que aqueles que mais queremos são aqueles que nos tratam pior. Aqueles que nos tratam bem normalmente são aqueles que tratamos mal.

Isto faz pouco sentido... ou talvez não!!!

Tchau

domingo, 7 de setembro de 2008

Ignorantemente feliz

Caros fieis leitores

Tenho sido confrontado com o pensamento da felicidade. Afinal o que é a felicidade? O que é ser feliz?

Reflecti sobre isto e a resposta é: não sei...

Parece-me que andamos à procura de algo para sermos felizes (ou mais felizes). Sinto que vivemos em tempos onde a felicidade é sempre algo em convulsão e que seremos sempre muito mais felizes se tivermos, comprarmos, vestirmos, viajarmos e outros verbos de posse que vou prescindir de escrever, algo completamente diferente ou irritantemente igual.

Procuro na net algumas frases feitas sobre a felicidade e o ser feliz. Todas são em si próprias imperfeitas e comoventes, falsamente reais...

Em resumo, sinto que no "meu" mundo quanto menos procurarmos, mais felizes somos. Afinal se não soubermos que existem todos aqueles verbos de posse, não seremos infelizes por não os atingirmos.

Por mim, hoje digo que sou feliz pois vivo em paz comigo e com os "meus" ideais.

Fica uma frase para fechar:

Para ser feliz basta sabermos aquilo que necessitamos, ambicionarmos o que precisamos e amarmos todos os nossos irmãos.

Passar a ponte

Caros fiéis leitores...

Este fim de semana decidimos celebrar o "ser livre".

Assim agarramos na mochila, nos jeans e nos ténis mais confortáveis e lá passamos a ponte...

Passar a ponte é algo que muitos fazem diariamente, de um lado para o outro, por todos os meios, com muito pouco sentido e menos razão...

Devíamos "passar a ponte" mais vezes.

Relembrar o futuro, observando o presente é na minha concepção, a forma de evoluirmos enquanto ser individual e social. Porque a historia é feita de ciclos que se repetem.

Lembro-me de quando alguém me levava a passar a ponte. Nessa altura, não entendia o que se passava (agora entendo pouco mais...). Para mim era uma festa. "Nós" e os "nossos" juntos todos (finalmente!!!) sem receios e sem cabeças nas esquinas...

Quero que os "meus" saibam o que aconteceu, que julguem e acima de tudo se mantenham alertas. Até porque alguém tem de saber como se luta contra fantasmas, vampiros e outros monstros poderosos.

No fim, foi um dia interessante. Com muitos desenhos, sopa, frango, gelados, lagos, danças, pessoas a voar e livros infantis.

Afinal, não há festa como esta!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Voltei...

Pois é mundo, voltei!!!

Após um Agosto de papo quase sempre para o ar, voltei ao mundo do blog.

Aproveitei este mês para resolver alguns assuntos mais pessoais e infelizmente tive de dizer adeus a alguém que no fim estava mais perto do que pensava...

Com uma pele castanha e com mais alguns quilos (que prometo a mim próprio perder até fim de Outubro... deste ano) sinto-me rejuvenescido e capaz de novamente enfrentar os moinhos de vento desta vida.

Informo os fieis leitores que tentarei ser mais assíduo do que tenho sido e mais abrangente nos temas...

Beijinhos e abraços